Gremlins no volante

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Está para completar ou já completou um ano que possuo um veículo automotor e que comecei a perceber como as pessoas são malucas no trânsito. Nem estou pondo em questão o fato de que gente sem noção e sem respeito não deveria ter acesso ao mundo das armas de velocidade. Quero falar das pequenas “coincidências”.

Gremlin

Um dos pontos que sempre me chama a atenção é quando São Pedro decide mandar umas águas aqui pra baixo. O efeito instantâneo que a chuva tem nos motoristas é impressionante. As pessoas parecem que são uma espécie de gremlins, que ao invés de se reproduzirem ao contato com água, “apenas” se tornam criaturas (mais) malvadas, (mais) mesquinhas e (mais) descontroladas. O ato de a água entrar em contato com o veículo pode ser comparada com um chute em um ninho de formigas. É gente correndo para todos os lados sem sinalização, é o cara que estava atrás e já está costurando logo a frente e pessoas fazendo manobras não permitidas. Um caos. Não sei o que se passa na cabeça dessas pessoas. Não sei se é medo de molhar o carro e ele encolher ou que seja uma chuva ácida que transforme todos os veículos em zumbis comedores de bombas de gasolina.

Mas não é só com chuva que esses comportamentos pré-históricos são aguçados. Entre em um  estacionamento de lugares públicos, como shoppings e supermercados e se encontre num mini-mundo sem leis. É o mesmo efeito da chuva. As pessoas simplesmente enlouquecem dentro de uma área cheia (ou não) de vagas. Eu adoraria ver um reality show sobre estacionamentos. Sei lá, 12 participantes em busca de 4 vagas disponíveis numa espécie de Destruction Derby e ganha quem pegar a vaga mais perto da porta de entrada do estabelecimento.

Bom, nem pense em juntar dia chuvoso com uma ida ao mercado. Merda na certa.

Music Junkies

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Tá lá! Novo projeto de pseudo-dominação mundial sem futuro. Quanto tempo vai durar?

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Mostre-me seu Deus e te direi quem és

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Eu fui “criado” como católico, isto é, fui batizado e crismado. Hoje não acredito em Deus. Me disseram que sou agnóstico e aceitei isso por um bom tempo, até ler mais sobre o assunto. Hoje eu aceitei Jesus no meu coração. Apesar de eu simpatizar com a definição de Agnosticismo Apático, pelo que entendi e o que eu penso sobre o assunto, acho que não sou um agnóstico, não. Sei que não acredito na existência Deus. Aliás o que é acreditar em Deus? Admitir sua existência ou seguir seus ensinamentos? Tanto faz.

É estranho falar Deus, pois isso só me lembra a religião católica e suas derivadas moderninhas (e mais caça-níques). Não penso em Shiva, nem Guaracy, nem Tamagostad e nem mesmo na lua (e olha que tem muitos pra escolher), pois Deus é o cara-barbudo-ou-whatever que aprendemos na escola, nas aulas de religião (católica). Mas isso é outro problema e merece outro post (se eu tiver capacidade para dissertar).

Apesar de muitas religiões dizerem o contrário, sendo eu desprovido de fé, sou uma pessoa bem bacana, solidária e justa. Eu tenho um código de conduta, digamos assim, que tento seguir a maior parte do tempo. É algo simples: tento ser simpático e tratar as pessoas com respeito, procuro ajudar as pessoas sem esperar algo em troca (e até acho que faço mais por mim do que por ajudar a pessoa em si), prentendo nunca roubar e nem matar qualquer ser vivo. Coisinhas básicas que uma boa parte dos humanos já fazem. Eu faço separação do lixo, estou tentando demorar menos no banho, pretendo só usar lâmpadas econômicas e digo obrigado. Eu tento ser bonzinho, sempre que possível.

The Big Bang

Eu faço isso porque eu gosto de ser assim. Faz com que eu me sinta bem. Com esse código eu não garanto nenhum lugar legal com pessoas legais após a morte e muito menos consigo agora. Faço isso na esperança de receber um bom tratamento de volta, mas não quer dizer que é algo meio “olho por olho”. Eu sou exigente e às vezes totalmente intolerante com pessoas que são muito diferente dessa minha espécie de doutrina, mas não queimo ou fuzilo elas. Apenas me afasto ou fico de olho, pois elas são pessoas “más”. :)

Não tenho problema algum com qualquer crença e com pessoas que as seguem. Eu até acho que algumas pessoas precisam disso pra viver e, se for usado de maneira adequada, é muito válido. Entretanto odeio pessoas de mente fechada, que não conseguem absorver as coisas que acontecem ao seu redor ou até pior, usam a crença para gerar violência. Não entendo como pessoas conseguem crer que matando pessoas que admiram outra estátua seja a salvação.

PS. Admito só ter lembrado da Shiva por causa da Sheeva.

PS 2. Ok, eu roubo MP3, divX, alguns softwares e jogos. Tendo consciência, matei um sapo. Matei também alguns gatinhos quando eu era bem pequeno, mas eu não sabia o que estava fazendo. :(

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O jeitinho brasileiro…

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… de ferrar com as coisas. Ah! A gente sempre fala do Brasil, mas não é só aqui que tem gentinha. Só que moramos aqui, vivemos isso o tempo inteiro. Está na cara. Então, como só vivi no Brasil, vou falar como o povo daqui é assim. :P É interessante como algumas pessoas tem a necessidade de passar a perna nas outras. Seja num jogo, no supermercado ou em casa.

Em muitas comunidades civilizadas existem coisas que não imagino funcionando por aqui. Não sei em que lugar desse mundo, provavelmente nos US and A, em alguns restaurantes, você não compra um copo de refrigerante, bebe e pronto. Você compra o copo e pode se servir quantas vezes quiser. Só que existe o tamanho desses copos. Pequeno, médio e grande. Como as pessoas desse local são civilizadas, elas compram o grande quando acham que vão beber bastante. Acho que aqui no Brasil nunca funcionaria. O povão pegaria um copo pequeno pra família (de 5 pessoas) e passaria o dia debaixo da “torneira”.

Blanka chutando a bunda do Dhalsim

Nos EUA também existem aquelas “máquinas” de venda de jornais, onde você coloca a moeda e a máquina abre o compartimento pra pegar o jornal. Creio que por aqui uma moedinha levaria todos os jornais embora. Acho também que seriam encontrados a venda pelo dobro do preço, duas esquinas a frente. Não lembro corretamente quem me contou que em outro lugar do mundo existem supermercados onde as compras são registradas no carrinho mesmo. Daí não sei se existe uma mulher de cabelo preso (lambido pra trás) no caixa (pra ficar pedindo se você não tem 50 centavos) ou é só uma máquina que, imagino eu, só aceite cartão.

Apesar de aparentar, esse não é um texto odeio-o-Brasil-vou-embora-ou-me-enfiar-no-mato. É que é triste o fato de eu não conseguir imaginar coisas dessa natureza acontecendo aqui no país do futebol samba. É demais pedir um pouquinho de respeito? Ando muito subversivo nesses último dias. Preciso ver mais TV. :P

PS. Béééééé

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Você se importa com os testes com o LHC?

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Era pra eu ter escrito esse post na época do hype, mas optei por querer um tempo-distância do frenesi. Na época tinha gente dizendo que ia se matar (e teve uma guria que o fez), tinha quem era contra, quem era a favor e quem nem fedia, nem cheirava. Eu compartilho a visão das pessoas que não se importam com os testes. Ok, sim eu quero saber a resposta para o sentido da vida, do universo e tudo mais, além do simples 42. O que não me importo é o fato de dar algo errado com o teste e acabar tudo. Um colega meu me perguntou: “Tá, mas você quer morrer?”. Não, não quero morrer, mas se o mundo acabar, qual é a importância? Não vai sobrar nada para se lamentar. A questão é se o mundo não acabar por “completo”. Aí  sim, eu me preocupo. Eu não gostaria de virar uma gelatina com exoesqueleto que se alimenta de fezes ou perder toda minha família, amigos e internet.

lhc_apocalipse

O interessante é a preocupação que passou na cabeça do povo com o fim dos tempos. Só porque tinha hora marcada e o rabo estava na reta, era um problema. A cada dia estamos destruindo o planeta e nos condenando a virar churrasquinho de gato para os ETs. Aí não é um problema, pois, com sorte,  só vai acontecer daqui há algumas centenas de anos e nossos ta*taranetos é que estarão indignados com a iminente extinção. Que coisa egoísta, né?

Você se importa  com o fim do mundo?

PS. Caso dê algo errado e aquela joça abra um portal pra uma planeta de alienígenas malvados, não precisamos ficar com medo, pois há anos existe um manual de como proceder.

PS 2. Fique tranquilo, os golfinhos ainda não se manifestaram e continuam por aqui. Acho.

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